

NAVIO DO ENCANTAMENTO – Formação em AFRONARRAÇÃO (Método Kiusam Oliveira)
Se você é professora, mãe, pedagoga ou psicóloga e sente que contar histórias do jeito que te ensinaram já não dá conta, esta formação é para você.


Se você é professora, mãe, pedagoga ou psicóloga e sente que contar histórias do jeito que te ensinaram já não dá conta, esta formação é para você.
A afro-narração não separa voz de corpo.
Não separa história de vida.
Não separa palavra de ancestralidade.
Afro-narrar é narrar com o corpo inteiro.
Com canto.
Com ritmo.
Com dança.
Com presença.
Com responsabilidade ética com a infância negra.
Eu, Kiusam Oliveira, criei o Navio do Encantamento para formar mulheres que desejam reencantar a imaginação ferida das crianças, especialmente das crianças negras, a partir de um método autoral, afrocentrado, político e profundamente amoroso.
Esta formação não é sobre técnica vocal.
É sobre postura.
É sobre consciência racial.
É sobre entender que narrar histórias é um ato político.
Se você sente que não quer mais repetir práticas europeizadas, se você quer narrar histórias que curam, fortalecem e devolvem sonho, este é o seu lugar.
Narrar é ancestral.
Encantar transforma.
à história a ancestralidade
e à infância negra o direito de sonhar.

Afronarração é um conceito e uma prática narrativa autoral desenvolvida por Kiusam Oliveira, que se diferencia das abordagens tradicionais de contação de histórias por se fundamentar nos valores civilizatórios afro-brasileiros, na oralidade viva, na corporeidade, na musicalidade, na ancestralidade e no encantamento como tecnologia pedagógica.
A Afronarração compreende a narração de histórias como um ato ético, político e espiritual, comprometido com a reparação simbólica do impacto do racismo na imaginação das infâncias negras. Ao integrar corpo, gesto, ritmo, canto, dança e palavra, a Afronarração devolve à criança negra o direito ao sonho, à dignidade e à construção de futuros possíveis, posicionando o ato de narrar como prática de cuidado, resistência e transformação social.
Situar o estudante no pensamento racial brasileiro, no modo como Kiusam de Oliveira compreende infância, criança negra e menino negro, e na base da LINEBEIJU como escolha política para a afronarração.
Localizar a diferença entre práticas europeias e práticas afrocentradas.
Oralidade como corpo vivo, não como técnica.
A afronarração como território político, espiritual, estético e formativo.
Racismo como ruptura da imaginação da criança negra (seu conceito).
A criança negra e a perda da confiança em si.
Responsabilidade do adulto educador ao narrar para reencantar.
Infância como território de potência, e não de menoridade.
A criança negra como sujeito epistêmico.
O menino negro como corpo marcado e, ao mesmo tempo, portador de brilhância ancestral.
A importância da brincadeira, do gesto, do ritmo.
Você como criadora da categoria.
O encantamento como tecnologia.
Critérios para identificar um livro LINEBEIJU.
Por que a afronarração precisa dessa literatura e não de qualquer literatura.
Representatividade estética e simbólica.
Personagens negras em centralidade.
Narrativas de alegria, potência, vida, afeto.
A ética do cuidado com a infância negra.
Narrar como gesto educativo antirracista.
A palavra como medicina.
O narrador como “parteira de mundos”.
apresentar a base teórica e estética da afronarração e seus elementos fundamentais (corpo, ritmo, música, dança, valores civilizatórios afro-brasileiros).
Afronarração = arte de narrar a partir da matriz afro-brasileira.
Corpo, canto, dança, ritmo, energia vital.
Presença e ancestralidade.
Axé, circularidade, ancestralidade, comunidade, oralidade sagrada.
Como esses valores moldam a cena da afronarração.
Exemplos de uso em histórias infantis.
O corpo como território de memória.
O gesto como linguagem.
O corpo-templo-resistência (seu conceito) aplicado à cena.
Posturas que abrem caminhos energéticos para as crianças.
Função pedagógica e espiritual do ritmo.
Pergunta-chave: “O que essa história pede em termos de som?”
Uso de instrumentos simples: agogô, chocalho, tambor, voz.
Como ativar o axé através do som.
Movimentos que ampliam o imaginário da criança negra.
Dança como linguagem das infâncias.
O corpo que narra e dança enquanto ensina.
O narrador não representa: ele incorpora.
Axé, respiração, presença e campo energético.
A cena como ato comunitário.
Entregar as práticas do seu método, organizadas em 6 aulas, com passo a passo.
Os 5 pilares do método:
O que o aluno precisa dominar ao final do curso.
Respiração ancestral.
Conexão com os mais velhos.
O cuidado com o corpo-templo-resistência.
Como criar campo seguro para as crianças.
Como montar o roteiro da história a partir dos cinco pilares.
Onde entra canto, onde entra pausa, onde entra movimento.
Como fazer a transição entre fala e corpo.
A chave do encantamento final.
Como escolher trechos.
Como dialogar com as ilustrações (corpo-ponte).
Exemplos de entradas energéticas:
Como dispor o espaço.
Círculo, esteira, chão-território.
Objetos simbólicos: folha, tecido, tambor, água.
A estética afro como ética de presença.
A palavra que acolhe, renomeia, reencanta.
Como lidar com crianças retraídas, silenciosas, feridas pelo racismo.
Como propor perguntas que expandem o sonho.
Exercício do “coração que pulsa”.
Exercício do “caminho da ancestralidade”.
Exercício da “voz-magia”.
Exercício da “dança-memória”.
Como usar sua própria voz como tambor.
Entradas musicais que ativam axé.
Como criar chamadas e respostas com as crianças.
A importância de fechar com beleza, abraço, axé.
Como criar um final que devolva potência à criança negra.
A despedida ritualística.
Caso você deseje fechar com chave de ouro:
Encantar a escola pela prática.
Registrar, avaliar e expandir.
Sua voz política.
Afronarração como ferramenta de transformação do Brasil.
Encerramento com agradecimento e axé.

Bom, como alguns de vocês já sabem sou Kiusam Oliveira e tem um bom tempo que trabalho em processos formativos como professora por 38 anos em sala de aula com crianças desde o berçário, 20 anos também trabalhando como professora na Educação Especial – Deficiência Intelectual, atuando sempre na perspectiva antirracista e inclusiva.
Sou Pedagoga com habilitações também em Orientação Educacional e Administração Escolar.
Sou Doutora em Educação, Cultura e Organização e Mestra em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo. Ex professora da Universidade Federal do Espírito Santo, na disciplina de Educação das Relações Étnico-Raciais.
Formo profissionais da educação na perspectiva antirracista e inclusiva desde 1992, afinal, sou desde minha adolescência, ativista do Movimento Negro Unificado (MNU).
Sou multiartista: também bailarina, coreógrafa e contadora de histórias.
Escrevo textos literários, segundo a minha mãe Dona Erdi, desde meus 2 anos e meio de idade, quando fui para a Escolinha da Dona Marta, sendo mamãe minha própria escriba capaz de decifrar minhas garatujas.
Com 4 anos estava alfabetizada, sempre criando histórias a partir dos acontecimentos em meu entorno, conforme minha mãe me ensinou.
Sou muito observadora e sei exatamente quando algo memorável está para acontecer diante de mim.
Então, preparo papel, lápis, caneta, bloco de notas, papel de pão, ipad, aplicativos de notas e escrevo como se dependesse de mim a renovação do mundo.
Minha primeira publicação se deu em 2009 e tenho até agora 19 livros publicados e no momento, 5 no prelo.
Desta forma, acredito que eu possa colaborar bastante durante a trajetória de vocês, não só nesta oficina, mas também num curso mais aprofundado para quem se interessar, pois o que pretendo mesmo é formar uma grande comunidade LINEBEIJU (Literatura Negro-Brasileira do Encantamento Infantil e Juvenil), literatura de cura.
Sou fundadora da empresa Osìbatá Produções e Editora, criada para cuidar das minhas produções educativas, culturais e artísticas e, agora, criei a editora para eu entender, do outro lado agora, como é produzir meus próprios livros dentro do conceito LINEBEIJU, tudo o que acredito.
Assim, tenho formado profissionais da educação na perspectiva antirracista desde 1992 e no campo literário, desde 2009, com meu primeiro e premiado livro Omo-Oba: Histórias de Princesas.
No formato online, tudo começou ainda na pandemia.
Ensinar é o que mais fiz na minha vida e online, só continuarei.
Em 2024, abri algumas vagas de mentorias para escritores e gostei muito de todo o vivido.
Então… já sei que minha metodologia é capaz de quebrar barreiras e alavancar seus talentos literários, afinal, eu a aplico em mim mesma tem uma vida.
Se você não apenas quer fazer parte dessa aula magna, desse mergulho, mas também ter sucesso na sua jornada com a escrita, venha para essa aula magna: se inscreva e destrave.

É a sistematização de um método autoral, construído a partir de décadas de pesquisa, prática pedagógica, produção literária e compromisso político com as infâncias negras.
Este é o valor justo por uma formação completa, profunda, com base teórica, prática, ética e autoral.
Valor de lançamento:
(ou parcelado no cartão)
Esse valor não se repetirá.
Ele existe porque esta é a turma fundadora de uma metodologia que seguirá formando profissionais nos próximos anos.
A partir das próximas turmas,
o valor oficial da formação será R$ 998,
sem exceções.
Se você sente que este é o seu chamado,
este é o momento de entrar no Navio.
Narrar é ancestral.
Encantar transforma.
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Quanticus – Consultoria de Literatura Infantil – Com Kiusam Oliveira
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